Ola meus amores. Quero pedir-vos imensaaaaaaas desculpas, mesmo.
Estas semanas têm sido um caos! Andei mais de uma semana sem net e os testes não me têm deixado postar.
Estas semanas têm sido um caos! Andei mais de uma semana sem net e os testes não me têm deixado postar.
Mais uma vez peço desculpa e espero que não tenham desistido da fic :(
Sei que mesmo assim é pequenino e no meu ponto de vista [muito fraco] mas não deu para mais, tanto a nível de tempo como pessoal
Beijinhos, A'S
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Palavra – Medo
Ontem tinha vindo para a cama um pouco tarde, o David foi embora algum tempo depois de quase sermos “apanhados” pela Rita ao entrar na sala, contudo, a minha menina não estava a conseguir dormir e posemos-nos as duas à conversa durante algumas horas. Finalmente tinha acordado antes que o irritante do meu despertador tocasse e, assim que este despertou, apressei-me em desliga-lo.
Era segunda-feira e por incrível que pareça, quase no fim de Fevereiro, fazia-se notar um dia um calorento, onde o sol, numa das pontas, já se fazia notar com uma luz intensa e brilhante. Dava-me uma vontade de vestir uma roupa fresquinha e ir caminhar, mas não podia, senão chegava atrasada. Procurei uma roupa para vestir e quando estava pronta fui acordar a Tááh para ver se ela ia trabalhar hoje.
Era segunda-feira e por incrível que pareça, quase no fim de Fevereiro, fazia-se notar um dia um calorento, onde o sol, numa das pontas, já se fazia notar com uma luz intensa e brilhante. Dava-me uma vontade de vestir uma roupa fresquinha e ir caminhar, mas não podia, senão chegava atrasada. Procurei uma roupa para vestir e quando estava pronta fui acordar a Tááh para ver se ela ia trabalhar hoje.
Cheguei perto dela e beijei-lhe a face, ela virou-se para mim e sorriu.
- Bom dia linda. – Disse antes que ela abrisse os olhos.
- Bom dia…
- Amor, põe a pé. Vamos tomar o pequeno-almoço. – Ela olhou para mim e voltou à realidade.
- É melhor… - Não a deixei acabar.
- Oh Rita, não te podes esconder em casa, tens que viver a tua vida! Não te podes deixar abater amor… Tens que continuar a vive-la normalmente. E como tu disseste, ele não te viu… - Ela não me deu mais tempo de falar, amarrou-se a mim e deu-me um abraço apertado.
- Obrigada! Obrigada meu amor… Sem ti não sei se conseguia.
- Conseguias sim, como já conseguiste uma vez… Oupa, a pé menina! Está solzinho e temos um pequeno-almoço para tomar e não temos nada em casa.
Enquanto ela se vestia estive a fazer uma lista daquilo que precisávamos em casa para depois não me esquecer de nada. Ela veio para a sala e eu comecei a pegar com ela.
- Sim senhora, isso tudo é p’ra mim? Ou será pró rapaz do Benfica?
- Não sejas parva, estou normal…
- Claro, claro… - Deitei-lhe a língua de fora e peguei nas minhas coisas. – Vamos.
Assim que saímos sentia-a a hesitar, mas dei-lhe a mão e ela acalmou-se. Fomos tomar o pequeno-almoço a um café ali á beira e, enquanto comíamos, combinámos que quando saísse da associação eu iria às compras e passava na loja dela antes de ir para casa.
- Linda, tenho que ir. Se precisares de alguma coisa liga, está bem?
- Sim, ligo. Também tenho que ir.
Despedi-me dela e fomos cada uma para o seu carro. Assim que me sentei lembrei-me de ligar ao David e dar-lhe os bons dias. Ele atendeu pouco tempo depois.
- Bom diaa macarrão!
- Bom dia meu amô. ‘Tá tudo bom?
- Está, não me digas que te acordei? – Disse receosa.
- Não gatinha, estou preparando as coisas pró treino. E você, ‘tá indo trabalhá?
- Sim, ia agora conduzir mas apeteceu-me ouvir a tua voz…
- E ‘tá ouvindo… Meu amô, tenho que ir…
- Vai vai senão ouves do Jorge Jesus. – Sorri. - Amo-te!
- Também te amo garota. – Sorrimos e desligamos ao mesmo tempo.
O percurso até à instituição foi rápido e assim que cheguei fui logo dar um beijinho nos meus meninos. A D. Adelaide já lá estava a dar o pequeno-almoço e eu apressei-me em ir ajudá-la.
Os meninos eram todos muito queridos e facilitavam ao máximo o trabalho feito por todos. Respeitavam e também mereciam respeito, que muitos deles não receberam em casa dos pais ou de qualquer outro familiar.
Os laços de amizade entre mim e o Bruninho era cada vez mais fortes e eu já não descolava daquele miúdo por nada, era um menino de ouro.
- Anaa!
- Diz meu amor. – Disse enquanto lhe abraçava com força e dava um beijinho na sua bochecha pequenina e de criancinha.
- ‘Tava com tantas saudades tuas…
- Eu também bonequinho… E os outros meninos, estão se a portar bem? Ou esqueceste-te do nosso acordo, heim? – Disse baixinho ao piscar-lhe o olho.
- Estão sim, nós portamo-nos sempre bem.. – Sorriu.
- Venho já ‘tá bom? Comes isso todinho enquanto vou ali?
- Sim, vai lá.
Eu adoro aquele pequenino, as vezes nem parece a idade que tem, sabem quando uma pessoa tem que aprender a crescer “ao tempo dos outros”? Pois ele está a crescer assim. Pela culpa dos outros, pela injustiça e egoísmo da sua mãe, ele está hoje aqui, longe dos pais e da família, longe do carinho, não do carinho em geral, mas do carinho que só a mãe e o pai sabe dar quando um filho é assim tão novo… E ele agora tem que viver sem isso, aprender a viver e a crescer longe das coisas a que muito não dão o devido valor e só escorraçam os pais para que lhes deixem em paz…
Estava a atravessar o corredor quando ouço a voz do Sr. Gonçalo.
- Ana…
- Bom dia Sr. Gonçalo.
- Bom dia… Olha, quero te apresentar a nova fisioterapeuta aqui da associação. Ana é a Carla, Carla é a Ana.
- Prazer, tenho a certeza que vai gostar de trabalhar com estes meninos. – Disse.
- Tenho a certeza que sim…
***
Assim que saí da associação fui ás compras, não podíamos passar mais nenhum dia assim. Quando entrei e olhei para a lista que tinha nas mãos mordi o lábio, ia dar trabalho.
Comecei pela comida, arroz, pão, massa, carne, peixe, batatas, queijo, etc, etc, etc. Depois decidi ver os produtos de higiene ao qual comprei o necessário e um creme hidratante pois a minha pele tem se tornado muito seca ultimamente.
Assim que acabei as minhas compras meti-me no carro e dirigi até á loja da Rita.
- Olá meu anjo.
- Olá pequenina.. Pensava que ias chegar mais cedo.
Olhei para as horas.
- Heish, desculpa… Nem dei por ela das horas passarem, mas olha que também fome não passas tão cedo.
- Então? Já foste ás compras?
- Já, e olha que ainda me deu um trabalhinho. Não tínhamos mesmo nada em casa. – Sorri. – E tu linda, como estás?
- Estou melhor amor… Olha, não queres ir embora já? Estava aqui a arrumar isto e depois podíamos ir…
- Rita…
- Diz.
- Não estas a fugir?
- Não Ana, não estou. Isso está a passar…
- Ainda bem. – Sorri. – Eu ajudo-te e depois podemos ir.
Assim que acabamos pegamos nas coisas e saímos. Ainda notei muito medo e insegurança assim que saímos. Olhava para todos os lados e cantos mais do que uma vez para ver se via alguma coisa, talvez ele. Custava-me muito vê-la assim, triste, insegura e desprotegida. Ela foi e é o meu pilar e sei que vai estar sempre, por isso, queria dar-lhe tudo o que ela merece, o apoio, a segurança, o carinho. Quero demonstrar-lhe que eu estou aqui para o que ela precisar, quero apoia-la sempre mas, por vezes, tenho medo de não o conseguir cumprir…
Ana Sousa*
Oh meu anjo, lá 'tás tu com essas tuas inseguranças todas :/
ResponderEliminarJá sabes que eu adoro aquilo que escreves e não vou parar de o afirmar por sei que é verdade independentemente de tu pensares o contrário :)
Já estava cheia de saudades de uma capitulo teu e este sem dúvida que me abriu ainda mais o "apetite" :b
Sabes que quero mais... muito mais :D
Txii amo gata (a)*
Júca ♥
adorei...
ResponderEliminarquero mais...
continua...
Tá lindo :)
ResponderEliminarcontinua :D
beijinhosss
Tá lindo, lindo, lindo !
ResponderEliminarBeijinhos :)
Gosto muito continua esta muito fofinho:P se quiseres seguir a minha fic http://oamoreunico.blogspot.com/
ResponderEliminarBeijinhos e continua
olaaaaaaaaa
ResponderEliminaramei
lindo,lindo :d
beijinhos
Annie
Annie